
Nos planos atribuídos ao senador, Marianna Fux seria cotada para a vaga de Cármen Lúcia.
A desembargadora Marianna Fux está entre os primeiros nomes avaliados pelo senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para futuras vagas no Supremo Tribunal Federal, caso ele vença a eleição de 2026. A possibilidade envolve a aposentadoria compulsória do ministro Luiz Fux, pai da magistrada, prevista para abril de 2028. Com informações do ICL.
A informação foi publicada pela colunista Juliana Dal Piva, do ICL Notícias. Luiz Fux tem 73 anos e integra o Judiciário desde 1983; embora possa deixar o cargo antes do limite de idade, não sinalizou que pretende antecipar a saída do STF.
Flávio Bolsonaro poderá fazer até quatro indicações ao Supremo se chegar ao Planalto, conforme o calendário de aposentadorias mencionado pela coluna. Além de Luiz Fux, a ministra Cármen Lúcia completa 75 anos em 2029, e o ministro Gilmar Mendes alcança a idade-limite em 2030.

Nos planos atribuídos ao senador, Marianna Fux seria cotada para a vaga de Cármen Lúcia. Para a primeira cadeira que ficar disponível, Flávio Bolsonaro tende a optar por Jorge Oliveira, ministro do Tribunal de Contas da União e antigo amigo de Jair Bolsonaro.
A escolha de Marianna Fux para o TJ-RJ encerrou um processo de cerca de um ano e meio e enfrentou contestações. Em setembro de 2014, sua candidatura sofreu impugnação sob a alegação de que ela não havia comprovado os dez anos mínimos de exercício da advocacia exigidos para a vaga.
O primeiro documento apresentado pelo escritório em que ela trabalhava para comprovar sua atividade profissional foi rejeitado pela Ordem dos Advogados do Brasil, mas a candidatura acabou liberada. Em março de 2016, Marianna recebeu 125 dos 180 votos dos desembargadores na lista tríplice, e o então governador Luiz Fernando Pezão a nomeou cerca de duas horas depois.





