
A Fifa deve permitir que a Argentina volte a exibir a faixa com a frase “Las Malvinas son Argentinas” (“As Malvinas são argentinas”) na final da Copa do Mundo de 2026, mesmo depois de uma análise disciplinar sobre o episódio ocorrido na semifinal contra a Inglaterra.
A Fifa deve permitir que a Argentina volte a exibir a faixa com a frase “Las Malvinas son Argentinas” (“As Malvinas são argentinas”) na final da Copa do Mundo de 2026, mesmo depois de uma análise disciplinar sobre o episódio ocorrido na semifinal contra a Inglaterra.
Depois da vitória sobre os ingleses, jogadores argentinos comemoraram segurando a faixa, reacendendo a disputa diplomática entre Argentina e Reino Unido pelas Ilhas Malvinas (Falklands, para os britânicos). A manifestação gerou críticas e levou a Fifa a anunciar que avaliaria o caso.
Um porta-voz da entidade informou que o Comitê Disciplinar independente está avaliando os relatórios da partida e decidirá posteriormente se haverá alguma punição.
Mas, segundo o jornalista Kaveh Solhekol, da Sky Sports, a entidade optou por adiar qualquer decisão até depois da final contra a Espanha. Ainda de acordo com ele, nenhum jogador argentino foi suspenso e integrantes da delegação receberam sinais de que poderiam voltar a exibir a faixa caso conquistem o título.
“Nós acreditamos nos direitos garantidos pela Primeira Emenda aqui nos Estados Unidos da América. E, quanto à capacidade e à oportunidade de fazer esse tipo de manifestação, eles têm esse direito nos Estados Unidos da América”, afirmou Giuliani durante entrevista coletiva.
A postura contrasta com a adotada pela Fifa em relação ao Haiti durante esta Copa do Mundo.
Dias antes da estreia da seleção haitiana, a entidade proibiu o uso da camisa oficial preparada para o torneio. O motivo foi uma pequena ilustração próxima na camisa, que retratava combatentes erguendo a bandeira do Haiti em referência à Batalha de Vertières, confronto de 1803 que consolidou a independência do país.
A fabricante colombiana Saeta contestou a decisão, afirmando que o desenho não tinha caráter político, mas representava uma homenagem histórica aos homens e mulheres que construíram o Haiti.






