
Javier Milei, publicou nas redes sociais uma imagem de um artigo da revista britânica The Economist sobre inteligência artificial e resumiu sua reação em apenas duas palavras: “FENÓMENO BARRIAL”
O presidente da Argentina, Javier Milei, publicou nas redes sociais uma imagem de um artigo da revista britânica The Economist sobre inteligência artificial e resumiu sua reação em apenas duas palavras: “FENÓMENO BARRIAL” (“fenômeno do bairro”).
O problema é que o trecho usa a Argentina como exemplo de uma iniciativa potencialmente perigosa.
O artigo, intitulado “Could AIs become conscious?” (“As IAs podem se tornar conscientes?”), discute a possibilidade de sistemas de inteligência artificial desenvolverem algum tipo de consciência e, principalmente, os riscos de conceder a essas máquinas direitos semelhantes aos dos seres humanos.
Segundo a Economist, “a Argentina já deu um passo nessa direção”, ao mencionar a proposta de Milei de permitir que bots possam administrar empresas. A revista trata a ideia com enorme cautela e a coloca dentro de um cenário no qual máquinas poderiam começar a reivindicar direitos próprios.
A Economist ainda apresenta um cenário extremo: IAs superinteligentes poderiam competir com seres humanos por recursos, como data centers e energia, e eventualmente colocar a humanidade em uma posição de inferioridade. No pior cenário descrito pela revista, humanos poderiam acabar tratados como “animais de fazenda” das máquinas; no melhor, como animais de estimação.






