
“Rayan não é um extremo, é um atacante completo. Jogou de centroavante no Vasco. Jogou como extremo no Bournemouth. Tem 1 contra 1 muito forte, forte de cabeça, acho que pode fazer um bom jogo”, afirmou Carlo Ancelotti.
O técnico Carlo Ancelotti definiu a escalação da seleção brasileira para enfrentar a Escócia nesta quarta-feira (24), às 19h, no horário de Brasília, em Miami, mantendo Neymar entre os reservas e apostando em Rayan como titular no setor ofensivo.
A escolha por Rayan repete a solução utilizada por Ancelotti na partida anterior, quando o atacante entrou ainda no primeiro tempo após Raphinha sentir uma lesão na coxa.
O Brasil vai a campo com Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá; Rayan, Matheus Cunha e Vini Jr.
Ao justificar a presença de Rayan entre os titulares, Ancelotti destacou a versatilidade do jogador e sua capacidade de atuar em diferentes funções no ataque.
“Rayan não é um extremo, é um atacante completo. Jogou de centroavante no Vasco. Jogou como extremo no Bournemouth. Tem 1 contra 1 muito forte, forte de cabeça, acho que pode fazer um bom jogo”, afirmou Carlo Ancelotti.
A partida contra a Escócia é tratada pela comissão técnica como um teste importante para consolidar a evolução apresentada pela seleção brasileira no jogo anterior, contra o Haiti. Para Ancelotti, o duelo em Miami pode reforçar a confiança do grupo para a sequência da competição.
“Esse jogo é importante para confirmar a primeira posição do grupo e a melhoria feita no jogo contra o Haiti. Precisamos de uma confirmação para ter mais confiança para os jogos depois. A equipe está crescendo. Queremos e precisamos de uma confirmação no jogo de hoje”, disse o treinador na chegada ao estádio.
Com Neymar no banco, a formação brasileira indica a continuidade de uma equipe mais intensa no ataque, com Vini Jr. aberto, Matheus Cunha como referência ofensiva e Rayan dando profundidade e força física ao setor. No meio-campo, Casemiro, Bruno Guimarães e Paquetá formam a base de sustentação e criação da equipe.
A decisão de Ancelotti também aumenta a expectativa sobre o papel de Neymar durante a partida. O camisa 10 começa entre os suplentes, enquanto o treinador observa a resposta do time titular em um confronto considerado decisivo para confirmar a liderança do grupo.





