
Em seguida, Eduardo faz referência ao governo do Equador, comandado por Daniel Noboa, citando o apoio externo recebido pelo país no combate a organizações criminosas e operações contra o narcotráfico.
O deputado condenado licenciado Eduardo Bolsonaro publicou uma mensagem nas redes sociais em que cita operações militares e ações de “segurança” realizadas com participação dos Estados Unidos em países da América do Sul e, ao final, questiona: “E o Brasil de Lula?”.
Na postagem, Eduardo menciona três situações distintas. A primeira é a operação anunciada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, que resultou na morte de Héctor “Niño” Guerrero, apontado como líder da organização criminosa venezuelana Tren de Aragua. Segundo o governo americano, a ação foi realizada em coordenação com autoridades venezuelanas.
Em seguida, Eduardo faz referência ao governo do Equador, comandado por Daniel Noboa, citando o apoio externo recebido pelo país no combate a organizações criminosas e operações contra o narcotráfico. Em março, o New York Times mostru que um local atingido por bombardeio não era uma base de narcotraficantes, mas uma fazenda de criação de gado e produção de laticínios na região de San Martín, no norte do país.
Também menciona declarações atribuídas ao advogado colombiano Abelardo de la Espriella, conhecido como “El Tigre”, que tem defendido ações militares mais duras contra grupos ligados ao narcotráfico. Espriella foi eleito presidente com essa plataforma.
Como apontou Sara Vivacqua no DCM, Trump quer compensar o fracasso na guerra com o Irã mirando a América Latina e, principalmente, o Brasil, definido por ele, publicamente, como o “próximo desafio”.
Eduardo e o jornalista Paulo Figueiredo, vigarista de longa data, vêm mantendo contatos com parlamentares e lideranças de extrema-direita nos Estados Unidos para tratar de temas relacionados ao Brasil nos últimos anos.
Eduardo e seu irmão Flávio estiveram com membros do governo Trump para pressionar pela classificação das facções brasileiras PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas pelos Estados Unidos. Posaram para uma foto com o presidente americano no Salão Oval.
Ninguém pode dizer que ele não está avisando o que pretende fazer se o irmão for eleito.





