
Ao todo, seis pessoas foram indiciadas pelos crimes de inserção de dados falsos em sistema de informações e integração de organização criminosa.
A Polícia Federal (PF) concluiu um novo inquérito que apura um esquema de desvios em aposentadorias do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), desta vez com foco na Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), informa o jornal O Globo.
Entre os indiciados pela corporação estão o ex-presidente do INSS, Alessandro Stefanutto; o ex-procurador-geral da autarquia, Virgílio Antônio Ribeiro de Oliveira Filho; e o ex-diretor de benefícios do órgão, André Paulo Félix Fidelis. No mês passado, os três gestores já haviam sido indiciados pela Polícia Federal pelo crime de corrupção em outro desdobramento da Operação Sem Desconto, que também investiga irregularidades e fraudes no instituto.
De acordo com as apurações relacionadas à Contag, os investigadores da Polícia Federal identificaram que a entidade realizou o repasse de R$ 26.457.531,95 para um grupo de 15 pessoas físicas e jurídicas. Entre os beneficiários dos valores estavam empresas de locação de veículos, serviços de buffet e agências de viagens.





