
Apesar do empate no prêmio principal, o maior destaque da noite em número de troféus foi “Homem com H”, cinebiografia de Ney Matogrosso, que saiu da cerimônia com seis prêmios.
A 25ª edição do Prêmio Grande Otelo consagrou, na terça-feira (4), duas produções como vencedoras de Melhor Longa-Metragem de Ficção: “Manas”, de Marianna Brennand, e “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho. O empate inédito marcou a cerimônia realizada no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, que reuniu artistas, cineastas e profissionais do audiovisual brasileiro.
As informações são da Agência Brasil. A premiação, organizada anualmente pela Academia Brasileira de Cinema, é considerada a principal honraria do audiovisual nacional e reconhece filmes, séries, profissionais da direção, atuação, roteiro e demais áreas técnicas do setor.
Apesar do empate no prêmio principal, o maior destaque da noite em número de troféus foi “Homem com H”, cinebiografia de Ney Matogrosso, que saiu da cerimônia com seis prêmios. Na sequência, “Manas” conquistou cinco troféus, incluindo Melhor Longa-Metragem de Ficção, Melhor Direção para Marianna Brennand, Melhor Atriz Coadjuvante para Dira Paes e Melhor Roteiro Original.
Pellegrino destacou a força da produção dentro do momento vivido pelo cinema nacional. Segundo ela, “Manas” representa uma nova geração do audiovisual brasileiro, com reconhecimento de público e crítica no Brasil e no exterior.
“Me alegra fazer parte deste movimento glorioso do nosso audiovisual, ainda mais com Manas, um filme marcado pela presença feminina na liderança”, afirmou.
A roteirista também ressaltou a relevância institucional do prêmio concedido pela Academia Brasileira de Cinema.
Anteriormente chamado de Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, o Prêmio Grande Otelo chegou em 2026 à sua 25ª edição. A cerimônia reconhece a produção audiovisual brasileira em diferentes formatos e categorias, contribuindo para a visibilidade de filmes, séries, cineastas, atores e profissionais técnicos do setor.





